Transformando territórios por meio da ação coletiva e do desenvolvimento comunitário sustentável em todo o Brasil
2026
O Projeto é uma realização da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC), por meio da Coordenação de Políticas para a Pessoa Idosa (CPPI) e do Conselho Municipal de Direitos da Pessoa Idosa (CMI), em parceria com a Rede Interação para ouvir as pessoas idosas em diferentes espaços da cidade.
2026
O Periferia Viva em Taboão da Serra é um plano de urbanização participativa que une comunidade e poder público para melhorar infraestrutura, saneamento, habitação e áreas públicas em territórios vulneráveis, com foco em soluções integradas e gestão democrática.
O projeto teve como objetivo construir um entendimento coletivo sobre os impactos das mudanças climáticas em quatro comunidades do Recife ao longo de dois anos. Nesse processo, mulheres e jovens foram protagonistas na identificação dos impactos das mudanças climáticas em seus territórios e na construção de estratégias de divulgação e incidência.
Produção de uma websérie documental com o objetivo de contar a trajetória de migrantes e imigrantes que chegaram a São Paulo entre as décadas de 1950 e 1980 e ajudaram a construir a grande metrópole com seu trabalho — e que se destacaram por dedicar a vida à luta por um lugar melhor para viver.
A iniciativa foi realizada em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo e incluiu oficinas sobre meio ambiente e mudanças climáticas para estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA), com foco na conscientização ambiental e no debate sobre sustentabilidade, além da publicação de uma síntese do projeto e dos trabalhos desenvolvidos pelos alunos.
No VAC, em parceria com a SOMECDH e com apoio da HIVOS, atuamos em Belém e Santarém (PA) para fortalecer o protagonismo de comunidades urbanas vulneráveis na agenda climática.
Projeto em parceria com o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) e financiado pelas Embaixadas da Austrália e do Canadá para mobilização, organização e empoderamento de duas comunidades de refugiados venezuelanos em São Paulo e no Distrito Federal.
Projeto realizado em 75 empreendimentos habitacionais do Programa Minha Casa, Minha Vida, em 54 municípios de 18 estados, articulando localmente moradores, prefeituras, sociedade civil e o Banco do Brasil. Projeto premiado internacionalmente como “Prática Inspiradora” pela ONU-Habitat por meio da plataforma Urban Housing Practitioner’s Hub – UHPH.
Em parceria com o Slum Dwellers International – SDI, apoio permanente a comunidades vulneráveis por meio da poupança comunitária, autorrecenseamento e intercâmbios de experiências, envolvendo movimentos sociais e lideranças comunitárias da Ásia, África e América Latina, com destaque para a atuação em São Paulo, Pernambuco e Bolívia.
Projeto promovido pelo Cities Alliance (ONU), realizado em parceria com o Habitat para Humanidade Brasil, em duas comunidades da cidade de São Paulo, com o objetivo de desenvolver um modelo de programa de melhorias habitacionais combinando: assistência técnica, capacitação de mão de obra, microcrédito e acompanhamento social.
Operacionalização do Programa de Regularização Fundiária de Várzea Paulista – SP na comunidade Vila Real, desenvolvendo trabalho técnico social, autorrecenseamento, diagnóstico socioeconômico e plano de regularização fundiária. Trabalho reconhecido com o Prêmio Melhores Práticas em Gestão 2009-2010 da Caixa Econômica Federal.
Regularização Fundiária
Projeto de Regularização Fundiária do Jardim Comunitário, em Taboão da Serra – SP
Pesquisas e Consultorias
Estudo sobre os impactos urbanos do fluxo migratório de venezuelanos sobre Boa Vista – RR.
Pesquisas e Consultorias
Estudo de desenvolvimento urbano, urbanização e regularização fundiária da favela Marte (Vila Itália) em São José do Rio Preto/SP.
Regularização Fundiária
Regularização fundiária abrangendo 995 lotes distribuídos em 8 bairros do Município de Mairiporã.
Capacitação Técnica
Capacitação de lideranças em Desenvolvimento Urbano.
Trabalho Técnico Social
Diagnóstico socioeconômico da área denominada Grotão, em São Bernardo do Campo – SP
Pesquisas e Consultorias
Pesquisa sobre demandas, hábitos e preferências relacionadas a construção e reforma de moradias na área denominada Colinas D´Oeste, em Osasco/SP
Avaliação Pós Ocupação
Pesquisa e avaliação pós-ocupação em 10 empreendimentos do Programa Minha Casa, Minha Vida construídos com tecnologia de concreto celular em diferentes regiões do Brasil.
Pesquisas e Consultorias
Pesquisa sobre microfinanças habitacionais no mundo
Avaliação Pós Ocupação
Avaliação pós-ocupação de tecnologias construtivas para habitação de baixa renda (Vitória/ES, Ribeirão Preto/SP, Caxias/RS)
Trabalho Técnico Social
Projeto de Trabalho Técnico Social (PTTS) em empreendimento de 400 unidades habitacionais do Programa Minha Casa, Minha Vida.
Regularização Fundiária
Execução de trabalho técnico social, jurídico e urbanístico e atividades integradas em projetos e obras de melhorias habitacionais, infraestrutura e regularização fundiária.
Trabalho Técnico Social
Implementação do Programa de Subsídio à Habitação de Interesse Social – PSH, nos municípios de Novo Gama/GO e Osasco/SP.
Mediação de Conflito
Mediação de conflito entre moradores do conjunto residencial “Barão de Mauá”, com 1.500 domicílios, o Ministério Público, Poder Executivo Municipal e demais atores relacionados à Ação Civil Pública referente ao Projeto de Recuperação Ambiental da área.
Organização Comunitária
Pesquisa socioeconômica, mobilização comunitária e articulação da área Pedra da Mantiqueira, em Cubatão/SP.
Rede Interação
Metodologia
Este instrumento tem como objetivo resgatar e organizar, de forma coletiva, as memórias e percepções da comunidade ou organização, permitindo compreender os principais acontecimentos que marcaram sua trajetória e relacioná-los a temas transversais, como mudanças climáticas e seus impactos no cotidiano.
A aplicação ocorre em seis momentos:
1. Definição da temática a ser trabalhada.
2. Pesquisa e coleta de dados sobre a temática
3. Construção de um roteiro orientador
4. Encontro para a construção do perfil
5. Sistematização das informações
6. Devolutiva ao grupo/comunidade.
O resultado é um material que combina memória coletiva, percepção comunitária e análise crítica, servindo como base para o planejamento de ações , fortalecimento da identidade e o protagonismo comunitário.
Rede Interação
Metodologia
O mapeamento comunitário é um processo colaborativo cujo objetivo é identificar, documentar e compreender o território a partir do saber local, estruturando informações que permitam priorizar ações de adaptação e mitigação climática. Nesta proposta, o instrumento organiza-se em quatro etapas principais:
1. Definição do tema a ser mapeado.
2. Construção e teste do instrumental de levantamento.
3. Aplicação do mapeamento.
4. Processamento de dados e geração da representação gráfica (mapas temáticos).
5. Leitura crítica, sistematização e uso dos mapas
O resultado é um material com as informações territorializadas do tema, servindo como base para o planejamento de ações para incidência, fortalecendo o protagonismo comunitário.
Rede Interação
Metodologia
O PAC é um conjunto de temas que se destacam dentre os resultados do autorrecenseamento para serem trabalhados junto à comunidade como estratégia de organização e empoderamento comunitário.
Estes temas devem ser desafios a serem superados ou potenciais a serem explorados, reconhecidos e validados pela comunidade como sendo relevantes, estratégicos e prioritários. Validados, os temas são trabalhados independentemente em grupos temáticos compostos por membros da comunidade apoiados pela REDE INTERAÇÃO. Nestes grupos temáticos os temas são melhor qualificados, os atores relevantes e recursos necessários são identificados e as estratégias de atuação definidas. Os grupos temáticos devem ser articulados entre si por meio de um Grupo de Coordenação do PAC, composto por representantes de cada grupo, que também deverá promover assembleias e discussões sobre os temas junto à comunidade.
Rede Interação
Metodologia
O intercâmbio consiste na troca de informações, experiências e técnicas diretamente entre membros de comunidades.
O objetivo do intercâmbio é desenvolver as partes envolvidas na atividade. Quem transmite o conhecimento, apresenta uma experiência, amplia e aprofunda a compreensão sobre a própria situação, uma vez que é levado a olhar para ela com clareza, para que possa transmiti-la de forma que o outro a compreenda; por outro lado, quem recebe o conhecimento, assiste à uma experiência, amplia o repertório de soluções possíveis para as próprias situações, reconhece a existência de desafios comuns e se solidariza com o outro na busca de soluções comuns tendo, então, a possibilidade de se conectar em rede, o que fortalece as comunidades.
Rede Interação
Metodologia
A poupança comunitária é um fundo formado e mantido por membros de uma comunidade, organizados em grupos de poupança. Cada grupo de poupança tem um número variável de poupadores, dentre eles os tesoureiros do grupo, e sua gestão é feita exclusivamente pelo próprio grupo, com o apoio da REDE INTERAÇÃO.
Os membros de cada grupo se encontram periodicamente para prestar contas e discutir o contexto comunitário. Não há valores pré-estipulados ou frequência mandatória para poupar.
A poupança comunitária tem dois objetivos principais: Contribuir para incrementar a gestão financeira individual e coletiva, quando as pessoas começam falar sobre recursos, gastos e planejamento – além de se configurar como uma alternativa segura e rápida para solução de problemas financeiros emergenciais dos poupadores; e principalmente, estabelecer relações de confiança, fomentando o fortalecimento e a criação de novos vínculos comunitários.
Rede Interação
Metodologia
O autorrecenseamento é um censo feito pelos próprios membros de uma comunidade. Ele inclui informações tradicionalmente presentes em censos e cadastros oficiais, bem como dados que a própria comunidade pode decidir incluir, de acordo com temas de interesse específico da comunidade.
Além de ser uma ferramenta de levantamento de dados, o autorrecenseamento é uma poderosa ferramenta de mobilização e organização comunitária, uma vez que envolve a comunidade como um todo e proporciona a seus membros a participação em um processo através do qual estes se descobrem, reconhecendo suas particularidades, semelhanças, problemas e potencialidades.
Ou seja, o autorrecenseamento tem o objetivo geral de mobilizar e fortalecer a comunidade para que ela seja protagonista nas transformações do lugar onde está e das vidas de seus membros.